A preocupação é algo extremamente comum na vida de qualquer ser humano. Até mesmo aqueles que gozam de invejável espiritualidade não podem negar o óbvio: já tiveram uma "preocupaçãozinha" sim!
Quem nunca esteve angustiado com dilemas referentes ao futuro inexistente? Qual o indivíduo que em algum momento da vida não sentiu a "espinha" esfriar por conta do desconhecido?
Na verdade, quem se preocupa antevê o problema; foca um iminente fracaso; mira o provável insucesso e todos os dissabores que o mesmo proporciona.
No caso das mulheres que foram ao sepulcro de Jesus, a preocupação - nem aqui ela deixa de existir - era uma tal "grande pedra". Pensavam elas: "não conseguiremos removê-la. É pesada demais!"
O curioso é que a pedra já havia sido revolvida sem que tivese havido qualquer participação por parte das preocupadas mulheres. A lição é uma obviedade: Há momentos em que nos preocupamos com o inexistente. Inquietamo-nos, angustiamo-nos, sofremos com situações que ainda sequer extrapolaram a barreira do nosso imaginário. E que, talvez, jamais passarão a existir. Preocupamo-nos com pedras já revolvidas do nosso caminho. Eis a grande lição desta pequena perícope Marcos capítulo 16.
Nenhum comentário:
Postar um comentário